É incrível como um intercâmbio além de mudar a tua própria vida, consegue alterar os costumes de toda a tua família: seus PAIS passam a conhecer muito mais os detalhes sobre os países pelos quais voce passa. Eles se tornam especialistas nas cotações da bolsa de valores - acompanhando fielmente todas as variações do euro, dólar e real.
Seus IRMÃOS, por sua vez, passam também a criar laços com as pessoas que voce conhece - seja em que parte do mundo elas estejam – e aproveitam para pôr em prática aquele velho inglês...(ou um francês inicial)... Tão sempre a sugerir os próximos destinos de viagens, sonham ao teu lado e mesmo que passem alguns dias sem se falarem mantêm o pensamento em sintonia e sabem que é isto que importa.
As fotos que você publica são como "injeções de felicidade" quando vistas por sua família através das redes sociais e, cada conversa - seja por telefone ou Skype - traz mais demonstrações de afeto, vem repleta de novidades; de vez em quando traz uma lágrima de saudade, mas SEMPRE muitos, MUITOS motivos para sorrirem juntos. Porque todos nós sabemos que o homem “Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu."
…Tudo isto pois, quando se decide fazer algo novo, todos que você ama compartilham destas novas experiências com você.
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A Europa de férias: uma apanhado geral da cultura de verão
1 comentários Escrito por Marília Marques às 13:08Olá! Estou eu aqui mais uma vez para trazer informações de além-mar.
Cheguei aos 5 meses de intercâmbio! Estou em férias de verão da universidade até setembro e, em Portugal este mês de agosto é o mês auge do turismo.
As cidades recebem um número infinito de imigrantes vindos principalmente de França. São centenas deles avistados nas ruas durante o dia. Muitos deles são portugueses que emigraram para França em busca de condições melhores de vida e trabalho e durante às férias retornam ao seu país com os filhos a fim também de rever a família que por aqui deixaram.
Acontece também dos estudantes portugueses irem no mês de agosto à Paris trabalharem: juntam o dinheiro recebido para uma ocasional viagem ou entregam o que recebem aos pais – como um pagamento pelo sustento durante todos os outros meses do ano.
Bragança, a cidade transmontana aqui no norte de Portugal, onde vivo, ferve pelo calor de verão de 32 graus, pelo aguardo dos eventos e concertos ao ar livre durante agosto. O acontecimento mais próximo será em 11 e 13 deste mês: o “Mister e Miss Emigrante Bragança Shopping”!!
Se não fossem pelos turistas, a cidade em si estaria mais calma: por ser mês de férias e a cidade universitária, quase todos os estudantes retornam às suas cidades, aldeias ou países – para estes no caso dos estudantes Erasmus. As discotecas estão pouco frequentadas ultimamente… O local que mais tem atraído gente são as piscinas públicas: paga-se 3 euros para seu uso durante todo o dia, MAS das 19h às 20h, paga-se apenas 1 euro. (Sim!! Ainda há Sol até as 21h30 em média durante o verão). Estas piscinas públicas são o divertimento das crianças e jovens que por aqui moram e não viajam durante as férias.
Outro sítio (lugar, no português de Portugal) frequentado por todos seja inverno ou verão, são os Cafés. Faz parte da cultura europeia ir a um Café principalmente após o almoço e o jantar.
Há alguns meses tenho trabalhado em um. Na verdade são dois estabelecimentos - o mesmo dono, mas em locais distintos da cidade. Os Cafés são como bares ou delicatessens, vendem de tudo um pouco: desde bebidas alcoólicas à lanches e claro, o fortíssimo café português.
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| Pasteis de nata: especialidade portuguesa |
Os Cafés têm uma cultura própria: muitos jovens vêm a fim de utilizar a internet (Wi-Fi gratuita, é importante ressaltar) ou reunir-se com o grupo de amigos. Quase sempre pedem cafés ou cervejas (as mais comuns chamam-se Sagres e Super Bock). Os mais adultos normalmente vão com os filhos pequenos, tomam gelados (sorvetes e picolés) e comem os ítens da pastelaria (folheados cobertos com creme de ovo ou os famosos pasteis de nata). Já os mais idosos, frequentadores exigentes, assíduos e fiéis de um mesmo estabelecimento, vão em busca mesmo é do café. Os velhotes (como são chamados aqui… Não sei se carinhosamente ou de modo pejorativo) gostam que levem os jornais do dia até eles. Para homens quase sempre os jornais de esporte ou notícias em geral e, para as senhoras as revistas com notícias de famosos e telenovelas.
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| Chávena de café |
É típico destes senhores estarem muito bem arrumados para irem ao Café. Como, muitas das vezes, são pessoas já reformadas (aposentadas), passam grande parte da manhã sentados nas mesas a conversarem. São calmos, mas ficam descontentes se não são atendidos imediatamente ou se não lembramos quais são seus pedidos diários ou a quantidade de adoçante que se deve pôr. Por exemplo: há um senhor que SEMPRE toma um café curto com uma tarte de maçã em miniatura. E uma senhora que SEMPRE compra 4 pães bijús e um café longo com dois açúcares. Há muita graça nisto. E exige MUITA paciência.
Tomar café aqui na Europa é um ritual: primeiro deve-se saber os tipos e a quantidade que irá em cada chávena (xícara). Há os cafés curtos, os cafés cheios, cafés normais, os cariocas de café, os pingos diretos, meias de leite, galões, etc… A maioria pede os cafés normais, que são feitos pelas máquinas (colocamos apenas o pó por cada chávena feita) e são bebidos em apenas um gole e muitas vezes sem açúcar – uma senhora uma certa vez disse-me:
- Percebes, rapariga? Se tu metes açúcar, a pureza do café é perdida!
Outros dois pontos interessantes de uma estudante em intercâmbio como eu estar a trabalhar num Café, é o sistema de trabalho próprio para nós estudantes: trabalha-se apenas 4horas por dia; é o chamado trabalho em part-time. E o facto de estar sempre em contacto com pessoas de diversos lugares, forçando a prática de idiomas – mesmo que sejam um inglês, espanhol ou francês iniciais – a fortalecer o contacto com a cultura dos lugares.
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| Foto de um café europeu. (Retirada da internet) |
Conhecem-se pessoas... E meu sotaque denuncia fácil, fácil de onde sou!!! Aprende-se a ter jogo de cintura, saber lidar com situações inusitadas, sorrisos sinceros, olhares de insatisfação. E o mais importante: procuro ver em todos uma oportunidade de contacto. Se percebo que a pessoa é mais aberta à conversa, não deixo de iniciar um breve diálogo sobre o Jornalismo – vai que dou a sorte de atender um editor de um grande jornal europeu!?!?
Algumas pessoas se surpreendem quando digo que estou aqui para estudar. Digo também que estou em intercâmbio, que já viajei a outros países e ao perguntarem qual a minha zona no Brasil digo que é a Bahia…
E sempre é a mesma resposta:
- São Salvador da Bahia!!?? Gostava muito de ir lá passar férias. Carnaval, caipirinha, Copacabana…
- Ops, senhora… Um momento! Rio de Janeiro e Bahia não são os mesmo lugares…
(Depois do importantíssimo esclarecimento, desapontada, muitas vezes deixo o assunto morrer aí). =P
Por fim, o que posso dizer que ainda não tem me agradado são as gorjetas: não percebi ainda se os portugueses são mesmo mãos-de-vaca ou se a crise está mesmo agravada e tem feito eles abrirem cada vez menos a carteira.
Marcadores: Intercâmbio 2011
Na postagem anterior escrevi que os textos do blog passariam a ser escritos de um outro local e consequentemente a temática abordada seria completamente diferente.
Pois aqui estou eu, revirando o baú da minha memória recente a fim de relatar a vocês, caros leitores do “Abre Aspas, o balanço de 3 meses da minha nova experiência como intercambista em terras europeias. Estarei cá em Portugal pelo período de 1 ano e estou a estudar a área de Jornalismo / Comunicação no Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Aterrissei na capital lusitana, Lisboa, no dia 19 de fevereiro (2011), um sábado. Foram oito horas de emoção à bordo do avião da TAP - sim, era o meu primeiro voo! As sensações eram de ansiedade, falta de sono, cãimbra e um "medinho de nada" quando tentava imaginar o que estava por vir.
ÀS 7 horas da manhã – horário de Salvador , 11h da manhã em Lisboa – eu e mais uma colega também com o mesmo destino que eu, já estavamos no salão de desembarque do aeroporto internacional de Lisboa. Uma prima minha que já vive aqui há alguns anos nos encontrou para irmos até a sua casa em Leiria (119 Km de Lisboa) onde passamos o fim de semana. Chovia e a temperatura média era de 14 graus C.
Já na segunda-feira , 21 de fevereiro, segui de auto-carro (ônibus, em “brasileiro”) até a cidade onde estou, Bragança. Literalmente cruzei o país! Foram 7 horas de viagem – 394 km - com pouquíssimas pausas e uma conexão no meio do caminho, inclusive na cidade do Porto onde eu fiquei fascinada pela beleza do lugar e semelhança com algumas ruas do centro histórico minha terra natal, Salvador.
Passei pelas cidades portuguesas de Lisboa, Leiria, Vila Nova de Gaia, Porto, Viseu, Vila Real, Mirandela, Macêdo de Cavaleiros e por fim, Bragança.
E agora, cá estou eu, disposta por dar início a esta partilha de experiências e tentando mostrar um pouco da cultura portuguesa/europeia, as formas de se relacionar, as novidades, situações curiosas, expectativas e um pouco mais de tudo que eu consigo viver nestas 24horas diárias que parecem ser tão poucas se analisada a intensidade de coisas que vejo e aprendo em apenas um dia. Nesta aprendizagem incluo principalmente a quantidade de pessoas que tenho conhecido de várias partes do mundo – Espanha, Polônia, Eslovênia, Turquia, Romênia, República Tcheca, Costa Rica, Panamá, etc. Além da minha busca em aprender o modo como se enxerga o mundo por aqui – e isto tenha certeza, é muuuito diferente!! – e como se pensa e se faz o jornalismo.
E o melhor: tenho aprendido ainda mais a respeitar e lidar com o diferente, com culturas tão distintas e sendo assim, também des-esteriotipar a cultura do meu país. Mas a relação Brasil - Portugal já é assunto para outro post. Até lá! J
Marcadores: Intercâmbio 2011
Talvez seja porque faltem as melhores palavras ...
5 comentários Escrito por Marília Marques às 17:03| [Foto retirada de um site de busca] |
PROMESSA: em breve palavras boas de se ler estarão postadas aqui no "Abre Aspas [na verdade o endereço do Blog é fecheaspas.blogspot.com, mas o título é este mesmo!].
Teremos mudanças na temática do conteúdo, no subtítulo e ainda mais: de onde eles serão escritos.
Teremos mudanças na temática do conteúdo, no subtítulo e ainda mais: de onde eles serão escritos.
Em breve, pessoas, em breve...
Uma citação de Fernando P. para ilustrar o momento:
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas,que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos,que nos levam sempre aos mesmos lugares.É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
[F. Pessoa]
Marcadores: Cotidiano
Um observador mais atento e que possua memória com capacidade de reter fatos decorridos há pelo menos um mês, terá captado alguns dos detalhes que compõem a cena do espetáculo eleitoral.
O nosso excelentíssimo Sr. Burns, ops, o candidato José Serra e a ilustríssima “mulher do presidente”, Dilma Vana Rousseff deixaram transparecer as mais variadas características que compunham seus personagens eleitoreiros e os artifícios que utilizaram na tentativa de conquistar nosso voto.
O tucano que tem “serra” no nome e agora se diz exímio defensor das matas – se liga, Marina! – começou aparecendo no horário político com uma cara sisuda, de ex-governador sério e responsável... Hoje, finge olhar em nosso olhos através da tela da Tv principalmente no período próximo ao horário nobre, em que ainda estamos comovidos* pelo drama da novela das sete e ansiosos pela das nove; e ainda insiste em (re-re)reafirmar que veio de baixo e estudou em escola pública.
- Desculpe, Serra, você não é o único herói do Brasil!
Hoje ele sorri, fala manso, promete deixar o Brasil “todo azul”... Deixou de lado a imagem de “político de gabinete” e o personagem da vez é do político que distribui abraços e apertos de mão pelas ruas do país com cara de “eu vim do povo e amo o povo”. Convence???
O nosso excelentíssimo Sr. Burns, ops, o candidato José Serra e a ilustríssima “mulher do presidente”, Dilma Vana Rousseff deixaram transparecer as mais variadas características que compunham seus personagens eleitoreiros e os artifícios que utilizaram na tentativa de conquistar nosso voto.
O tucano que tem “serra” no nome e agora se diz exímio defensor das matas – se liga, Marina! – começou aparecendo no horário político com uma cara sisuda, de ex-governador sério e responsável... Hoje, finge olhar em nosso olhos através da tela da Tv principalmente no período próximo ao horário nobre, em que ainda estamos comovidos* pelo drama da novela das sete e ansiosos pela das nove; e ainda insiste em (re-re)reafirmar que veio de baixo e estudou em escola pública.
- Desculpe, Serra, você não é o único herói do Brasil!
Hoje ele sorri, fala manso, promete deixar o Brasil “todo azul”... Deixou de lado a imagem de “político de gabinete” e o personagem da vez é do político que distribui abraços e apertos de mão pelas ruas do país com cara de “eu vim do povo e amo o povo”. Convence???
[ Fail ]
Daqui a duas semanas teremos a resposta.Já a nossa “dama de vermelho”, a mulher do PAC, a mulher das Minas e Energia, a mulher que continua “seguindo em frente”, Dilma Roussef, andou alternando os personagens também.
Se antes falava para todo povo brasileiro, hoje põe as brasileiras na frente. Se representava o papel da mulher forte, militante e independente; está agora revelando as suas outras faces: a Dilma mulher, mãe e ex-esposa – sim, ela já foi casada! –, com direito a exibição de retratos da infância e tudo.
Assim como o Sr. Bur... Como José Serra, Dilma também aderiu à moda do lindo-sorriso-estampado-no-rosto. [Ok, há controvérsias quanto ao “lindo”.]
A tonalidade de suas roupas também ficou mais neutra e sua fala, menos arrogante.
Não é em tom de mera crítica, caros leitores, que exponho essas notas aqui, mas talvez em tom de graça sobre o que é o jogo político. Escrevo também em tom de alerta para quem compõe o grande espetáculo eleitoreiro no Brasil: não é apenas contratando um bom marketeiro que se vence eleições – pelo menos não deveria ser!
Não deixemos, portanto, de avaliar as propostas de cada candidato, o que apresentam de melhor para nós e para a coletividade; se irá nos representar bem... Afinal, de representações e personagens, os políticos entendem MUITO.
*[Um alerta aos desatentos: Este texto tem caráter meramente opinativo.]
Em sua sétima edição, o recital anual de poesias de Cachoeira promete passar por um rito de transformação nos próximos anos, mas não chegará ao fim.
No sábado, 25 de setembro, o Caruru dos Sete Poetas: Recital com Gostinho de Dendê, promovido pela Casa de Barro Cultura Arte Educação completou seu ciclo de sete edições. O recital este ano homenageou os poetas Ediney Santana, Orlando Pinho, Edgar Vellame, Tiago Oliveira, Luiz Miranda, Andersen Figueiredo e a poetisa Índia Sônia. Participaram também desta edição o músico Elder Oliveira e a malabarista Poli Costa.
De acordo com um dos organizadores do evento, João de Moraes, poeta e gestor cultural da Casa de Barro, o Caruru não chegará ao fim, mas passará por uma espécie de renascimento nos próximos anos; trará novas idéias para explorar outras dimensões da poesia.
Ainda na visão do poeta cachoeirano, a cidade necessita da implementação de um plano de leitura e suportes para implantar políticas culturais de modo que não se faça do recital de poesias um acontecimento apenas festivo, mas um espaço que envolva escritores locais, escolas públicas da região e que auxilie na construção de um diálogo entre órgãos públicos e sociedade civil.
As pretensões para as próximas edições do Caruru é trazer também poetas estrangeiros e levar o recital para os “sete cantos do mundo”. O intuito do evento é promover um momento de celebração e intercâmbio assim como acontece com os sete meninos que se servem do caruru nos ritos do Candomblé.
Perguntado sobre a diferença entre poesia e poema e qual a importância de tê-los recitados na voz do próprio autor, João de Moraes explica que “A poesia é o sentimento, o estado em que se está. Já o poema é a materialização deste sentimento, é o resultado da poesia. Numa sociedade do espetáculo como é a nossa, é importante que as pessoas parem para escutar”. E completa parafraseando Antônio Cândido: “O poeta é aquele que lê o mundo, desfaz e refaz”; está aí a importância de ser homenageado.
Galeria de fotos:
Galeria de fotos:
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| Os poetas do Caruru - 2010 Foto: Laiana Matos |
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| Foto divulgação |
Virtual: Palavra comumente utilizada para designar tudo aquilo relacionado à comunicação via internet. Não é bem o que dizem alguns teóricos, Pierre Lévy por exemplo; mas é esta a acepção que utilizo aqui.
O virtual não é essência. É apenas parte (ok?!)... PARTE da nossa realidade. Tudo bem, não vou ser hipócrita em dizer que não dedico parte do meu tempo para mergulhar (às vezes me afogar) neste vasto mundo. Mas não troco a possibilidade do SENTIR o mundo “daqui” por nada! Não substituo as visitas sempre que possíveis aos velhos amigos por diálogos cabais no MSN. Nem pensar em trocar o abraço enérgico de “feliz aniversário” por um “parabéns, tudo de bom pra te” (sic) do Orkut.
Sem essa de me aprisionar ao “Fulano de tal curtiu isso” ou ao “Qué pasa?” agoniante dessas celas.
Não estou sendo apocalíptica, apenas tentando reacender a velha chama que outrora brilhava nos olhinhos de todos que lutavam pela LIBERDADE. Não foi sempre em nome da tal, que fomos às ruas, clamamos, protestamos?! Por que agora, frente a um meio o qual deveríamos reafirmar esta condição de homens e mulheres LIVRES; nos deixamos aprisionar?
Sem essa de me aprisionar ao “Fulano de tal curtiu isso” ou ao “Qué pasa?” agoniante dessas celas.
Não estou sendo apocalíptica, apenas tentando reacender a velha chama que outrora brilhava nos olhinhos de todos que lutavam pela LIBERDADE. Não foi sempre em nome da tal, que fomos às ruas, clamamos, protestamos?! Por que agora, frente a um meio o qual deveríamos reafirmar esta condição de homens e mulheres LIVRES; nos deixamos aprisionar?
p.s: Nas minhas horas livres, navegando pelo Orkut achei esta frase e divulguei no Twitter, nick de MSN, Myspace e Facebook: “O homem nasceu livre, e em todos os lugares ele está acorrentado." (Jean-Jacques Rousseau) [Para os desatentos: ironia mode on]
Marcadores: Opinativo
Cada um sempre defende o que melhor lhe convém...seja isso bom, ou, nem tanto assim!
5 comentários Escrito por Marília Marques às 18:38... E assim a Terra continua a girar,
O povo a trabalhar,
Os políticos a seguirem o ditado popular.
[''Político é tudo ladrão!'']
[Isso bem em época de eleição!?]
Eu, como sempre, tentando blogar,
Numa rima que insiste em falhar,
Tentando dizer verdades soltas no ar,
Com o infinitivo do verbo que termine em ''ar''.
[Rimas pobres que pouco dizem neste vasto mundo de raras ideias].
[raro] [vastas]
Por Marília Marques
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